Categoria: Leitura – Trechos de “livros” e “Jornais”
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Dilacerado!
“Eu tinha a sensação de que na memória liberada dos ressentimentos e dos traumas, o tempo cronológico não tem existência. Que as despedidas não são quebras ou interrupções traumáticas de experiências comuns, mas promessas de novos reencontros. Se partir é dividir-se, sentir-se partido, dilacerado entre o que vai e o que fica, a memória é…
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“O mundo é para quem nasce para o conquistar E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.” [“A Tabaqueira”, Álvaro Campos]
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Tu es comme le vent qui fait chanter les violons (Você é como o vento que faz cantar os violões) Et emporte au loin le parfum des roses. (E leva ao longe o perfume das rosas)
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“Não me pergunte quem sou eu e não me diga para permanecer o mesmo: é uma moral de estado civil; ela rege nossos papéis. Que ela nos deixe livres quando se trata de escrever!” (Foucault, Arqueologia do saber, 1969, p.27)
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“Faz o mundo aparecer em nossas mãos. Como um jogo em que os dados entre os dedos escapam. Quem ganha? Se não a morte, somente o momento em que começam seus laços abraços. Mas não termina. No fim o jeito de te encontrar não é o mais importante. Você já se encontra aqui.” Cristian Stassun
