Categoria: Leitura – Trechos de “livros” e “Jornais”
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"Viveu oitenta anos"
Diariamente criticamos o destino: “Porque foi este homem arrebatado a meio da carreira? E aquele, porque não morre, em vez de prolongar uma velhice tão penosa para ele como para os outros?” Diz-me cá, por favor: o que achas tu mais justo, seres tu a obedecer à natureza ou a natureza a ti? Que diferença…
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“Viveu oitenta anos”
Diariamente criticamos o destino: “Porque foi este homem arrebatado a meio da carreira? E aquele, porque não morre, em vez de prolongar uma velhice tão penosa para ele como para os outros?” Diz-me cá, por favor: o que achas tu mais justo, seres tu a obedecer à natureza ou a natureza a ti? Que diferença…
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Era um sujeito possessivo, sem concordância ou predicados, uma silepse de pessoa. Meu nome uma aliteração perfeita, minha vida uma hipérbole de fatos, minha palavra uma metonímia dos livros. Virei uma alegoria da metáfora de mim mesmo. Sem som, sem cores e nos embalos que as histórias me levem… sento e me entendo na noite…
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“O ontem morreu, coitado! Mas o amanhã promete! Como sempre prometeu e nunca cumpriu.” Donato Ramos
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“Haja hoje para tanto ontem…” “Ela ia e voltava, ia e voltava: como a vida. Linear são os batimentos cardíacos da morte.” Tati Bernardi
