Marketing pessoal – A construção da imagem profissional na organização

Eloá Muniz
O Marketing Pessoal é a formação da imagem a curto e longo prazo, a partir dos objetivos fixados
e da forma como serão alcançados os resultados.
Evidentemente, deve-se considerar o que a pessoa realmente quer, para ela e para a
organização a qual está vinculada, ou seja, ambicionar algo melhor do que estão desfrutando atualmente.
É importante, também, estabelecer os objetivos, bem como, expressar esta ambição em alvos concretos a
serem atingidos.
De um modo geral as pessoas estão inseridas em um mundo midiático, no qual devem estar
conectados e em constante interatividade, onde o tempo é a cada dia mais curto e as alternativas de
plugagem mais diversificadas. É preciso, então, indagar-se: me realizo com aquilo que faço?
A energia canalizada para desempenhar uma atividade satisfatória é muito menor do que aquela
investida em uma atividade menos prazerosa, por conseguinte, a realização virá pela satisfação com
prazer das tarefas que as pessoas se propuserem a realizar.
Dessa maneira, a realização das atividades será efetuada com maior eficiência, utilizando
caminhos mais curtos e econômicos melhorando a cada dia suas habilidades. Esta constante autoavaliação
desencadeia um novo procedimento para convencer a pessoa a ficar cada vez mais satisfeita
com suas atividades.
A nova visão do mundo aumenta a ênfase na ligação de tudo com tudo (nossa experiência interior,
subjetiva, a intuição profunda, bem como, os sentimentos e as emoções); a mudança e localização da
autoridade (vemos crescer o desencantamento com as autoridades externas, e o aumento da confiança na
sabedoria e autoridade intuitivas interiores); e, a mudança na percepção de causa, de fora para dentro (o
fraco significado da afirmação: Criamos a nossa própria realidade é que a forma como percebemos o
mundo à nossa volta e a nós mesmos é influenciada pelo conteúdo de nossas mentes inconscientes).
Somos co-criadores desse mundo e que a causa definitiva deve ser buscada não só no físico, mas na
mente ou na consciência.
Assim, a imagem não é a que a você vê, mas a que os outros vêem. Ou ainda, os seus valores não
são só os que você cultiva, mas os que os outros associam a você.
O novo paradigma da formação da imagem pelo marketing pessoal é a troca da luta pelo esforço
prazeroso; é a competição destrutiva (agressividade, manipulação e oportunismo) cedendo lugar à
competência (preparo, empenho e prazer) na realização das atividades laboriosa dos profissionais da
nova sociedade que se forma a partir de novos valores nesse início de século.

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