Cama de Procusto (Mito grego)

Quantas vezes forçamos os outros a entrarem nas nossas medidas? Quantos psicólogos querem encaixar os clientes em suas teorias? Quantos casais forçam os outros a viver suas vidas, do seu jeito?

Esse mito grego, anuncia sobre a liberdade e que a relação com o outro não muda, apenas veste outras roupagens.

Reflita…

“Procusto (ou Procusta), que significa “o estirador”, foi o apelido dado a Damastes, personagem da mitologia grega que vivia perto da estrada de Eleusis. Costumava atrair viajantes solitários para a sua pousada, oferecendo-lhe abrigo para passar a noite. Acreditava-se que ele tinha dois leitos de ferro, um menor que o outro, que ele escolhia dependendo da altura do visitante.

Depois que a vítima adormecia, Procusto a dominava e tratava de adequar o corpo às medidas exatas do leito: se ele era alto e os pés sobressaíam da borda, ele os amputava com um machado; se era baixo e tinha espaço de folga, ele esticava os membros com cordas e roldanas.

Originalmente chamado de Damastes ou Polípemon, ele adquiriu o nome de Procusto (“o Estirador”) pelo estranho castigo que dava a suas vítimas.

Teseu terminou com a obsessão homicida de Procusto, obrigando-o a deitar no seu próprio leito, atravessado, e cortou todas as partes do corpo de Procusto que sobraram fora da cama.”

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