Vou me inscrever para o próximo Big Brother no verão que vem. Antes vou malhar sete dias por semana, ficar loira e adulterar minha certidão de nascimento, e aí é cruzar os dedos para que me escolham.
Quase três meses confinada numa casa sem telefone, sem computador, sem televisão, sem jornal e cercada de descerebrados. É ou não é um spa?
Cerca de 90 dias sem vida real, só se preocupando com quem será o líder, quem será o anjo, qual será o tema da próxima festa, quem vai para o paredão, e só. No resto do tempo, é tratar de comer, nadar, dormir e filosofar – praticamente uma volta ao útero.
Em tempos outros, as mulheres sonhavam em ser BB*, a loira que magnetizou o cinema francês, Saint Tropez e Búzios. Agora tudo o que se quer é ser uma BBB, uma loira que magnetize a audiência falando bobagem…
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