“Quem disse que a poesia é apenas agreste avena? A poesia é a eterna Tomada da Bastilha, o eterno quebra-quebra, o enforcar de Judas, executivos e catedráticos em todas as esquinas e, a um ruflar poderoso de asas, entre cortinas incendiadas, os Anjos do Senhor estuprando as mais belas filhas dos mortais.”

Essas palavras de Mário Quintana, em “Esconderijo do Tempo”, renascem sempre em imagens que esquecemos. Na força das palavras. No calor das fantasias… a poesia vai além, nunca e sempre.

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