“A questão não é bater ou não bater. É saber bater.
A crítica contumaz, como o elogio contumaz, soam iguais. Enchem o saco. E delimitam um conceito lógico na cabeça do cidadão-eleitor: quem ataca sempre, perde a credibilidade. Igualzinho a quem elogia sempre.
Melhor equilibrar, nem que seja para salvar aparências. É mais inteligente.
Se quiserem um veneno melhor – é o silêncio, o desprezo, a não-notícia, a não-crítica e o não-elogio.
O certo, mesmo, é seguir o intuição do fato notório. O que é, é. O que não é, não é. E pronto.”
