A personificação do “novo homem”

Fonte: Jornal ÀNotícia

VIDA

Quebra-cabeça de valores

Homens modernos já não querem o título de super-heróis, mas precisam vencer os tabus e as angústias dessa transformação divulgação
Betine WeberSer machão, quadrado, ogro, está fora de moda. Claro que sempre tem aqueles que gostam de bancar os do contra e fazem vaivém no sapato em cima das influências, como se matassem baratas. Esses fulanos que dêem licença, porque uma verdade nem inseticida elimina: o homem mudou. Bom para as mulheres de todo o mundo, bom para eles – que enxergaram luz depois da caverna –, e para os filhos, que hoje podem sorrir com a presença paterna que vai além dos passeios de bicicleta.
Um porém: apesar da mudança, este animal bípede da família dos primatas (com todos os rótulos que recebe) ainda leva a tiracolo suas angústias diante de uma sociedade que derrubou o muro de Berlim e está tentando apagar a linha que divide tarefas e valores masculinos e femininos.
A crise do macho, que ainda fervilha testosterona, não redefiniu o espaço que o homem ocupa hoje. “Tenho de pagar todas as contas? Trabalho ou filhos? Vaidade ou frescura? Ela pode dirigir e me deixar na carona?” Esses são só alguns dos pontos de interrogação que amolecem o homem edificado de concreto e deixam esse ser em (des)construção ainda mais tempo no forno.
Nem vamos começar com o papo de que eles estão recorrendo mais a cirurgias plásticas, se depilando com cera, fazendo o mercado de perfumaria dar loopings de faturamento. Isso a gente já sabe e podemos deixar para depois. Mas, e agora, que homem é esse?

betina.weber@an.com.br

De Super-homem a NeoO Super-homem está com a capa furada. Segundo a conclusão do estudo “O novo homem”, sobre o comportamento e os hábitos masculinos do século 21, apresentado em outubro, o homem aposentou o peito de aço e hoje busca mudanças, mesmo satisfeito com seu estilo de vida. Sabe onde quer chegar, é ambicioso, mas faz questão de participar do dia-a-dia da família.
Embora tenha traços de conservadorismo, está em constante evolução. O sexo masculino não é mais o escudo da humanidade ao defender, sozinho, as pessoas das incidências do mal. Sem a obrigação de ser herói, símbolo de fortaleza, onipotência e independência, o homem se aproxima do personagem Neo, do filme “Matrix”.
O personagem representa as habilidades do homem atual: é flexível, disciplinado, criativo, tolerante e, principalmente, humano. É capaz de assumir seu medo e de trabalhar em equipe. Reinventa-se para se adaptar às mudanças e ao futuro. “O Super-homem já não é mais o modelo de herói masculino. Atualmente, os homens tendem a admirar e desenvolver uma personalidade mais flexível, como a do personagem Neo”, compara Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia Brasil, que levantou informações com a população masculina a partir de 18 anos, em 11 regiões metropolitanas do País para concluir a pesquisa.

Repintando o quadro masculino
Como Picasso pintaria um homem hoje? Quantas cabeças teria? Ganharia mais olhos, menos bocas? Um interesse por esse homem-quebra-cabeça tem o mestre em psicologia, terapeuta de casais e de famílias e pesquisador no núcleo de pesquisas Margens, da UFSC, Adriano Beiras, que estuda a masculinidade em setores como saúde, paternidade, violência, direitos sexuais e reprodutivos.
Beiras contextualiza que nos anos 80 e 90 aumentaram as pesquisas sobre masculinidade. Um aumento que se deve, em parte, ao movimento feminista e ao movimento gay, que nas últimas décadas têm promovido importantes discussões. Quer dizer que esses movimentos teriam influência sobre as pinceladas de Picasso? Sim. O psicoterapeuta escreve em sua dissertação de mestrado que “o afeto e a emoção ainda são reprimidos, inadmitidos como características masculinas, embora exista uma busca de maior expressão de afeto entre pais e filhos mais jovens”.
O pesquisador, que também é um homem concentrado na montagem de seu próprio quebra-cabeça, pode falar com o olhar da vivência. Ele expõe as cobranças: os homens fracos precisam parecer fortes; sensíveis precisam se mostrar viris, ou seja, precisam reafirmar características de uma masculinidade idealizada, hegemônica, difícil de ser alcançada.
“Cada vez mais, fala-se da construção de um homem com autorização para ser sensível e externar sua sensibilidade. Demonstrar características tradicionalmente atribuídas ao feminino pode tornar claras diferentes opções de vida, possibilitar escolhas entre homossexualidade ou heterossexualidade, sem que a isso se associe necessariamente as qualidades de macho ou fêmea, embora ainda exista um grande temor da feminização por parte de muitos homens”, pondera.
O psicanalista francês Jacques Lacan, em “Os Complexos Familiares”, ajuda na caracterização desse momento masculino. Ele destaca o “declínio social da imagem do pai”, afirmando que esse declínio é também a crise psicológica que forma a essência da grande neurose contemporânea. “Os discursos sobre paternidade e masculinidade apontam para um momento de mudanças, onde o antigo e o novo convivem e se superpõem”, analisa Beiras.

Pai tradicional X pai contemporâneo
O modelo do pai tradicional – com características de ser “cabeça do casal”, no sentido de ser responsável legal por toda a família (fixar domicílio, ter a mulher a ele subordinada, responder em juízo ou fora dele pelos atos civis da família, sustentar a casa, impor limites, ser a parte mais forte) – se mistura ao modelo do pai contemporâneo – que tem por atribuições participar efetivamente da criação e dos cuidados com os filhos, acarinhar, expondo sua sensibilidade sem medos, dialogar, ser próximo, acessível.
“Na minha experiência, percebi como as mulheres separadas muitas vezes alegavam como falhas dos maridos o fato de eles não cumprirem com mandatos tradicionais de masculinidade (não darem conta do provimento, por exemplo). Então, apesar de dividir com as mulheres o sustento da casa, os homens continuam sendo considerados os principais responsáveis pela manutenção das famílias”, diz o psicólogo Adriano Beiras.
Também tratando da batalha entre Super-homem e Neo, o escritor Michael Kaufman opina em seus estudos que os homens suprimem emoções, abortam o prazer de cuidar dos outros, embotam a receptividade, a empatia e a compaixão, tudo em nome de um mito, exclusivamente para serem vistos como homens, como masculinos, já que a sensibilidade e as demonstrações de afeto e companheirismo são consideradas incompatíveis com a masculinidade.
Esse mito masculino, o pai-herói da infância, homem forte e que tudo sabe, toda essa imagem se desfaz quando o filho torna-se adulto. Transforma-se na de um homem com qualidades e defeitos, de um cara que também é frágil. Momentos em que são reconhecidos os próprios limites de um pai. “Ocorreu um declínio social da imagem do pai, demonstrando que o tema passa por mudanças marcantes e mostrando a existência de paternidades múltiplas, em situações complexas”, observa.
Para o terapeuta, uma variedade de posições e relações sociais está em jogo. “É o momento propício para transição e experimentação de outras posições de sujeito, de outras combinações de posicionamento e de discursos. Existem várias maneiras de ser pai, de ser homem, de ser mulher na sociedade. O respeito à diversidade, à mudança e ao novo permitem que possamos caminhar com menos conflitos, de forma mais sadia. “
É a bandeira branca para o conflito entre o Super-homem e o Neo. É deixar a imaginação de Picasso pintar.

População
Os homens representam 50% da população mundial. Nos Emirados Árabes está concentrada a maior proporção: 68%. Já na América Latina e no Brasil, o percentual de habitantes do sexo masculino fica em torno de 48%. Estado civil
Entre os homens brasileiros, 44% são casados. Curitiba é a cidade onde há a maior parcela de homens envolvidos em uma união estável (48%), enquanto Salvador é a cidade onde há a menor parcela (29%). Família
No Brasil, 76% dos homens casados são pais. 47% dos pais que trabalham afirmam ter dificuldade em conciliar trabalho, paternidade e casamento. Paternidade
Mais da metade dos pais concorda que são capazes de cuidar da casa e dos filhos sozinhos. O novo homem é companheiro e afirma que sua parceira pode contar com ele em qualquer situação (93%). Entre as mulheres, essa opinião é menos otimista. Dinheiro
Para 57% dos homens que trabalham, o dinheiro é a melhor medida do sucesso. Eles aproveitam quando surgem novas oportunidades e 52% declaram que estão dispostos a sacrificar o tempo com a família para progredir profissionalmente. Trabalho
57% dos cargos de direção e gerência são ocupados por homens. O novo homem considera-se preparado para lidar com mulheres mais bem sucedidas do que ele.


O pedreiro, o dono do boteco e a mesa de bar

Homens que gostam de freqüentar bares, podem fazer a fila do abraço. O nome do ser humano que vai recebê-los é Marcelo José Oliveira, antropólogo, professor de psicologia na Univali e pesquisador do Núcelo de Estudos de Gênero e Subjetividades, da UFSC. Ele não é defensor da bebedeira ou coisa do tipo, mas está escrevendo uma tese de doutorado em antropologia para entender o desenvolvimento urbano a partir de dois chefes de família: o pedreiro e o dono de boteco. Uma de suas conclusões é que o bar serve, muitas vezes, como sala de terapia da figura masculina. Esse homem de quem falamos até agora é o típico freqüentador .
“É comum, hoje, os homens se organizarem em turmas de homens. É quando compartilham a prática da sociedade viril, onde ele precisa renovar constantemente seus valores fundamentais para se manter forte em um País emergente, como é o Brasil, com problemas de desemprego, de grande pressão, com os filhos consumindo cada vez mais, com a mulher ocupando outros espaços”, explica Oliveira.
O antropólogo situa que os brasileiros sofrem influência da cultura mediterrânea, cujo principal valor é a honra em contraposição à vergonha. “A honra na sociedade em que vivemos ainda é muito pautada pelos valores androcêntricos (que valoriza o ponto de vista masculino) e falocráticos (onde os valores masculinos são dominantes). São valores ligados a um papel do homem que tem uma história milenar: o protetor e o provedor. O homem precisa ser másculo porque, se não fosse, um tempo atrás na história, não sobreviveria. Isso são valores que cultivamos até hoje”, diz.
E a mesa de bar? Para Oliveira, o boteco é um espaço público no qual se consome muita bebida, mas se conversa sobre a vida. “No Brasil, a gente tem uma idéia muito pejorativa de boteco. Realmente, há um consumo grande de álcool, mas, nesses lugares, esses homens renovam essa identidade de um homem másculo, capaz, provedor, trabalhador e guerreiro”, contrapõe.
Para o pesquisador, esses valores pautados no masculino têm sido importantes para os pedreiros, por exemplo, um grupo que normalmente está à margem da sociedade, que vive em situação de risco por causa das drogas e do narcotráfico. “É um grupo que se solidariza pela própria sobrevivência para enfrentar um cotidiano de trabalho extremamente pesado, que é o da construção civil, para ser guerreiro, já que cada um terá de mostrar que é um ser viril, capaz de defender a família dele.”

A personificação do “novo homem”

fotos Pena Filho “Eu não acho que eu tenha de dirigir o carro ou pagar as contas. Se eu de repente casar, minha mulher vai trabalhar também e vamos dividir as contas. Sobre vaidade… Perfume tem de ter, né? Creme, não. Só creme para pentear o cabelo. Esse precisa ter porque, senão, dá um estrago legal. De 20 em 20 dias, corto o cabelo. A unha, sempre que precisa, eu arrumo, até mesmo pelo trabalho. Eu mesmo corto, lixo. Já passei base, agora não dá mais tempo. Como eu pintava a unha da minha mãe, peguei o jeito. Faço a barba todos os dias. A última vez em que eu fiz compras, gastei horrores. Sou um consumista nato. Todo mês compro uma coisinha, mas de cinco em cinco meses vou às compras de verdade, aquelas que quase refazem o guarda-roupa. Vou atrás de marcas e estilos de que gosto. Em casa, lavo a minha roupa, passo (passar camisa social é terrível), cozinho e vou ao supermercado.”

Marcelo Bennert, 22 anos, bancário e estudante de comércio exterior

Sensibilidade, sim, senhor “A questão de gênero está muito mais flexível hoje na teoria e está começando a refletir na prática. Felizmente, eu diria. Já está em tempo de se rever os padrões. Creio que eu tenha de ter muito menos os pré-conceitos das gerações anteriores. O indivíduo masculino hoje tem de estar mais aberto à sensibilidade. Não ter necessariamente aquela visão do homem rude, frio, áspero, que era o que se esperava do homem anos atrás. Eu tento não ser nada desse homem.”

Eduardo Baumann, 30 anos, diretor de teatro

Do másculo ao suave

A angústia masculina, na opinião do antropólogo Marcelo José Oliveira, existe para os homens que estão se distanciando desses valores e buscando outros. “Aqueles homens suaves, mais intelectualizados, que estão pautados por uma crítica desses valores tradicionais que têm relação com a violência doméstica e contra a mulher”, analisa.
O pesquisador considera que a grande crise não é nem com relação aos novos papéis, mas está relacionada com a tentativa de se desvencilhar desse código de honra e covardia que está na cabeça de toda uma sociedade. Desprender-se dos valores do homem másculo para entrar nos valores do homem suave. “O homem está sendo sempre cobrado quando sai dos valores originais. Isso se dá nos mínimos detalhes. Basta ele falar que está em casa e a mulher está trabalhando que os outros dizem ‘hmmm’”, exemplifica Oliveira.
Os mesmos valores também estão ligados ao homem produtivo. Vivemos em uma sociedade de mercado que quem não trabalha é vagabundo: o tempo do workaholic, o vício do trabalho. “Se a nossa pauta moral está relacionada ao trabalho, alguma coisa está mudando na sociedade. Hoje, temos mulheres motoristas de ônibus e frentistas de posto de gasolina, espaços antes masculinos. Isso é um grande indício de uma mudança”, prevê.
Não dá para negar, alerta Oliveira, que, apesar dos movimentos sociais e étnicos, continuamos sendo uma sociedade que prima pelos valores masculinos. “Existe um risco com relação a esses valores pautados na honra e na vergonha, no que diz respeito à dominação masculina. Mas acho que eles não têm de ser excluídos de maneira geral. São valores que podem ser retrabalhados de outra forma.”

Bate-papo na mesa de dominó Participantes: Arcílio Izidoro Zanatta, 79 anos, natural de Bento Gonçalves (RS) – seis filhos Geraldo Wenig Filho, 58 anos, natural de Ourinhos (SP) – cinco filhos Heli dos Santos, 76 anos, natural de Avelino Lopes (PI) – cinco filhos José Pedro Ramos, 76 anos, natural de Guaramirim (SC) – cinco filhosHeli: “Em casa, eu faço tudo, graças a Deus. Lavo louça, arrumo a cama, passo a vassoura, cozinho. ”
Geraldo: “Passa a vassoura na mulher!” [Risos]
Heli: “Isso aí, pra nós, velhos, uma vez por mês.” [Risos]
Heli: “Eu sempre ajudei. Trabalhei muito na cozinha industrial… Tem alguns homens machistas, né? Eu não. Eu respeito para ser respeitado.”
Geraldo: “Ó. Disse que nem mais macho é.” [Risos]
Heli: “Sou, sim. Mais do que você pensa. Sou mais macho que você pensa.”
Geraldo: “Vem lá do Piauí e não é macho.”
Heli: “Mais do que você pensa.” [Risos]
Geraldo: “Quando eu era casado, eu tive cinco filhos. Eu nunca bati nos meus filhos. A obrigação é da mulher…”
Heli: “Comigo é diferente.”
Geraldo: “Porque você veja o gato. O gato…”
Heli: “Já sou contra ele, sou contra o que ele tá falando aí.”
Geraldo: “A cadela, a vaca. Elas é que cuidam dos filhos, que mandam. Você acha que a mulher fala que nem uma tagarela por quê? Para os filhos não se perderem. A natureza foi feita assim.”
Heli: “Eu bati nos meus filhos quando eles eram pequenos. Hoje, eles são cidadãos, graças a Deus. Não é porque bateu que vai virar a cara para o filho. Depois, você vai e abraça, faz carinho… Eu sou da era moderna. Não nesse conceito de moderno que está aí. A era moderna, quando eu falo, é você viver legal, viver aquilo que realmente instrui a tua família, os filhos. Isso é vida: viver com os ensinamentos básicos do bem.”
Arcílio: “Lá em casa, quem paga sou eu! Eu pago tudo. Eu sou o chefe da casa. Lá em casa sou eu quem manda. O dia em que eu morrer, minha mulher pode pagar. Eu mando lá. Sempre que tem alguma coisa pra fazer, sou eu quem resolve. O que tiver para pagar, eu pago. Eu resolvo tudo. Eu só bati uma ou duas vezes no meu filho mais velho. O resto, era só dar uma olhada que bastava. Eles já sabiam como eram as coisas. Não precisava falar. A minha mulher tem o direito de mandar dentro de casa. O pai tem de mostrar a autoridade. Eu sou do Rio Grande do Sul, sou gaúcho.”
Heli: “Na minha, a mãe que manda dentro de casa, o regulamento é dela.”
Geraldo: “Eu acho que a mulher que tem de dirigir. Eu fui casado, tive cinco filhos e fiquei viúvo. Eu criei os meus filhos e sou um cara abençoado porque eles estão todos encaminhados. Eu nunca bati nos meus filhos. Sempre achei que a condução é da mãe, é da mulher. A mãe é que tem direito de bater… Eu só dava uma limpada na garganta e pronto.”
José: “O pai é o esteio da casa. Tira o esteio, a casa cai. O pai é em casa como o presidente é para o país. Agora, vê esse nosso presidente que não pára mais no País. Esse é um mau presidente. Ele é o pai de todos. Ele tem de ficar para cuidar da Nação.”

Comportamento
12% dos homens de 25 anos ou mais moram sozinhos e, mesmo sendo independentes financeiramente, 61% deles afirmam preferir morar com os pais. Valores
Postura conservadora em relação aos seus valores: 21% concordam que o lugar da mulher é dentro de casa. 72% afirmam ser a favor do divórcio. Satisfação
95% consideram-se felizes e 59% estão satisfeitos com seu estilo de vida. Mas, se pudessem, 72% gostariam de mudar algo em suas vidas. Vida sexual
Em relação à vida sexual, 94% declaram-se satisfeitos. 12% afirmam já ter usado remédio para disfunção erétil – em Recife, o número sobe para 28%. Planejamento
Embora façam algumas compras da casa sozinhos, eles não dispensam a opinião feminina. Eles são mais planejados e são fiéis às marcas de que gostam. Consumo
Vão menos às compras, porém, quando vão, gastam mais. Eles costumam gastar em compras pessoais cerca de 15% mais do que as mulheres. Saúde
Procuram manter uma alimentação saudável, porém, não se importam com o conteúdo nutricional dos alimentos nem optam por produtos light/diet. Vaidade
56% deles afirmam usar algum produto para cabelo, corpo ou rosto e 23% estão dispostos a fazer cirurgia plástica. fonte: pesquisa “O novo homem”