Tenho medo de ser pouco,
um pouco solto nos seus braços.
Um pouco nada, um pouco tudo,
debruçado nesse barulho mudo.
Quem sabe seria uma brisa de inverno
que me faz olhar pelas janelas antigas
e ver recortes de uma velha história.
Onde estão essas memórias que me cortam saídas?
E quando saio, vertigem.
E quando brinco, fuligem.
E quando paro, atingem.
(20/07/07)
Cristian e Jéssika – Parceria das noites de frio de julho…
